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sexta-feira, 13 de março de 2009

Aquela que vi subindo a rua na madrugada de chuva, que surgiu em meio ao nada trazendo contigo todas as coisas que eu nem ao menos imaginava existir, ela, mulher benfeitora de toda existência.

E eu do alto da janela a contemplar, ah sim a contemplar!

Seu semblante molhado não só da chuva fina que caia, mas também penso eu de toda a escória, maldade e infelicidade que seus passos deixavam para traz e a cada novo levitar pela calçada a certeza de toda paz, esperança e amor que o caminho a ela conduzia, junto a mim, sonho eu.

Toda passividade senti ao dizer a ela que poderia se adoecer com aquela chuva quando simplesmente ela me respondeu relaxe e continuou, virando a esquina e sumindo, minto, nunca sumiu, apenas continuou em seu percurso até sua casa permanecendo na minha vida desde então. E por ela, somente por ela bendigo todas as coisas boas e não só as boas, todas as coisas, todas, em tudo e em nada, afinal sou nós.

Como queria somente sentir saudade, mas sempre tem algo mais...

2 comentários:

The walrus. disse...

para de escrever coisas bonitas *-*

Nicole M. Poulain disse...

não, não pára. nunca.


vai tirar minha endorfina?